Nem sempre ir longe é percorrer quilômetros. Ainda mais quando a distância for medida linearmente. Há muito mais a explorar para o alto do que para a linha do horizonte. Porém, nem sempre nosso cérebro, fadigado, exausto e condicionado a olhar para frente nos permite desenvolver uma visão mais abrangente.
Quantas vezes você não esteve (ou está), na sua empresa, executando ações operacionais que podem ser facilmente passadas para outra pessoa, quando na verdade você deveria (e deve!) estar analisando dados, fortalecendo parcerias e planejando estrategicamente os rumos do seu negócio?
E por que isso acontece dia sim e outro também?
Provavelmente porque você enxerga sua empresa na horizontal, no mesmo nível dos demais. Você pode até chegar cedo e sair tarde, não tirar férias, cuidar de todos os clientes e dos processos dela. Mas qualquer esforço, nesse ponto de vista, é limitante.
Por outro lado, o gestor que a observa de cima, com um olhar sistêmico, se dedica a analisar as partes que formam o todo: implanta processos, integra os setores, analisa as entregas, melhora os serviços, sugere modificações que tornam a empresa mais lucrativa.
E mais: sente-se livre para tirar férias com a família sem se preocupar em cumprir com rotinas da empresa, dedicar algumas horas do dia para o seu hobby, planejar novos investimentos, realizar sonhos. Afinal, não existem duas vidas – a profissional e a pessoal – existe vida!
Por isso nossos esforços se voltam para que você tenha sucesso nos negócios e liberdade para suas escolhas – não é preciso ir longe para isso acontecer. É preciso ir pra cima onde não há limites.

 

Sobre os autores

Cleverson Cologni, diretor de produto

Ricardo Calizotti, diretor técnico

Elisandro Panisson, diretor comercial

Claudemir Hellmann, diretor geral

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