O mercado de segurança eletrônica está reagindo, é hora de virar o jogo

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O mercado de segurança eletrônica está reagindo, é hora de virar o jogo


“Levante a mão” quem não foi afetado pela crise econômica e política que o país passou nos últimos dois anos. Difícil achar quem faça esse sinal. Foi um período de incertezas, estagnação, mudanças de rota. Mas a virada começou a partir do segundo semestre de 2017. “Após algumas definições políticas os clientes que já estavam com as propostas em mãos para adquirir nossos serviços começaram a contratar”, relembra o empresário e presidente do Siese do Distrito Federal, Augustus von Sperling.

Desde setembro a entidade assiste a uma melhoria na procura por serviços em segurança eletrônica, impulsionada pelo crescimento da insegurança pública. “Os clientes soltaram as amarras para preservar o patrimônio e tanto PJ quanto PF estão percebendo uma melhora na procura por serviços”, analisa.

No mesmo caminho
A boa onda continua em 2018 e Augustus acredita que o ano será acelerado, com negócios acontecendo e o melhor - sem perspectivas de estagnação. “As empresas não estão deixando de contratar”, confirma.

Outra tendência que deve continuar, na visão de Augustus, é a fusão de empresas. Grandes adquirindo novas carteiras e terceirizando instalações em prol da redução de custos fixos operacionais. 

Mudança de rota
O foco dos gestores neste ano deve se voltar para a prestação de serviços: venda e comercialização de produtos é a porta de entrada para o cliente, mas o que irá manter a empresa lucrativa é a prestação de serviços.

“A margem está baixa na comercialização de produtos. Não se ganha dinheiro nessa entrega porque os fabricantes estão mais fortes e atingem o consumidor final que vai determinar a escolha. Ou seja, empresa grande ou pequena vende o mesmo produto e a lucratividade não é mais a mesma”.

Por isso que as empresas de segurança eletrônica devem começam a repensar e avaliar com mais cautela quais são os custos e de onde vem lucro. “É preciso se diferenciar nos prazos, nos serviços, na estrutura, nas entregas e no acompanhamento”, pondera.

Tudo isso impacta, de forma direta, na gestão das empresas – é vital encarar com profissionalismo. “Mesmo empresas menores estão cada vez mais se organizando, reavaliando seus custos, tendo uma visão mais estratégica do mercado”. 



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