Fazer mais do que o habitual: essa é a regra do jogo

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Fazer mais do que o habitual: essa é a regra do jogo


No calendário, 2017 já passou, mas deixou seu legado na forma das empresas de segurança eletrônicas se relacionarem com seus públicos: interno e externo.

Em Santa Catarina, de modo geral, os resultados das empresas de segurança não saíram do 0 x 0 – deu para pagar as contas. E o que mais interferiu nesse jogo foi o surgimento de novas empresas, muitas delas MEIs. Aí, o efeito cascata foi inevitável: terceirização de serviços, pequenas empresas oferecendo equipamentos diretamente ao consumidor que por sua vez optou por serviços mais baratos gerando uma rotatividade de clientela. “Com isso, além de realizarem instalações, elas também passaram a vender equipamentos diretamente ao cliente, o que aumentou a fatia de concorrência às empresas”, complementou um dos empresários do Estado que colaborou com a entrevista por meio do Siese SC.

Por meio da presidente Barbara Locatelli, eles acrescentaram a esse cenário o advento dos serviços de monitoramento via aplicativos. “O consumidor pode monitorar seu próprio alarme/cftv por meio da nuvem e as empresas precisaram inovar para não perder mais clientes”.

Essa autonomia chegou também no varejo. Segundo o Siese SC houve uma queda nas vendas das distribuidoras já que o consumidor e outros instaladores compraram diretamente do fabricante via internet. “Nosso produto acabou indo para prateleiras de lojas fora do segmento”, disse um empresário.

Por outro lado, o mercado de portaria remota cresceu, se mostrando atrativo financeiramente – uma saída em meio a tantas mudanças. Outra alternativa foi reduzir preços e oferecer equipamentos em comodato.


Hora de virar o jogo
Para sair do empate, o empresário tem que mudar a estratégia. Incluir nas ações o planejamento, a profissionalização (própria e da equipe) e a busca por novos serviços.

“O Siese SC aposta na qualificação da equipe como grande diferencial para 2018, em toda a cadeia do segmento: distribuidores, monitoramento, instaladores, técnicos, atendimento operacional (tático). Com este propósito o sindicato levará para 2018 através suas câmaras setoriais, profissionalização comercial e técnica a várias regiões catarinenses (Joinville, Vale do Itajaí, Grande Florianópolis, Chapecó, Criciúma)”, aponta Bárbara.

O objetivo é instruir o empresário a atuar de forma estratégica e integrar todos os departamentos da empresa. Barbara dá seu recado:

“O setor comercial não vende se o operacional não for comprometido. O operacional não funciona se o administrativo não tiver controle. Todos osdepartamentos estão ligados e o mercado exigente quer mais do que equipamentos e instalações de qualidade, quer ser bem atendido. Portanto, todos da empresa devem estar preparados quanto à atualização, formação e conhecimento para poder ajudar a empresa crescer”.



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